Sunday, January 20, 2008
A Disney no seu melhor (Parte IV)
It means no worries, for the rest of your days, it's our problem free, philosophy!
Alguns considerá-lo-iam como o melhor filme Disney de sempre, como o clássico dos clássicos.
Ainda me lembro de quando fui vê-lo ao cinema...ai ai...bons velhos tempos.
Tem musicas são consideradas como clássicos.
É o primeiro filme Disney dobrado no português Europeu.
Esteve disponível em DVD numa muito boa edição, mas que já foi retirada de mercado.
Hoje não me apetece escrever muito mais, postei aqui este video pois o tema Disney veio à bala numa de muitas conversas de internet, mas prometo que noutra ocasião falarei mais um pouco sobre o filme.
Monday, January 14, 2008
Friday, January 11, 2008
Wednesday, January 09, 2008
A Disney no seu melhor (Parte III)
"Under the Sea" - The Little Mermaid
Por vezes, dou por mim a trautear esta alegre e divertida canção. Se alguém alguma vez me apanhar neste "estado" faça-me um favor...mande-me calar!!
No gozo, esta musica é altamente viciante, é das minhas músicas Disney preferidas e das poucas cuja letra sei na integra.
Mais uma vez, disponível em DVD numa edição especial de 2 discos (aqui em Portugal não somos assim tão especiais pelo que não merecemos o disco de extras...vá-se lá saber porquê!)
Para esta edição em DVD recebemos a versão original em inglês e uma nova versão no nosso português (terrível, devo dizer), pelo que as familiares vozes em português do Brasil (ou brasileiro, como alguns proclamam) ficam guardadas para sempre nas nossas memórias e disponíveis para visionamento nas velhinhas VHS que provavelmente a grande maioria de nós ainda guarda nas nossas casas (como eu).
Tanto imagem como som foram restaurados e o filme é apresentado em DVD com uma qualidade razoável, mas longe dos padrões alcançados pelas edições limitadas Disney dos filmes "Lion King" e "Aladdin", das quais mais tarde falarei.
Devem-se estar a perguntar o que de tão especiais terão estas edições e porque estou sempre a referir que são limitadas. Bem, os direitos dos filmes da Disney estão nas "garras" da produtora e distribuidora norte americana "Buena Vista Home Entertainment", que define as políticas de Marketing para os seus produtos, que muito bem entende.
Na verdade, entende tão bem, que faz uma coisa muito parecida que a Ferrero faz com os seus muito famosos (e que todas as pessoas recebem pelo menos uma caixa, todos os Natais) Ferrero-Rocher. Não sei se já repararam, mas os ditos chocolates só estão à venda durante a época do Natal, altura em que vendem bastante, mas que desaparecem do mercado pouco tempo depois. Se encontrarem uma caixa destas à venda, digamos, em pleno Verão...fujam, alertem as autoridades, contactem a Deco, telefonem a toda a gente que conheçam (ok...não é preciso exagerar), mas o mais provável é que os chocolates estejam estragados. Tudo isto porque a política da empresa é colocar o produto à venda durante pouco tempo, publicitando o seu desaparecimento precoce, fazendo assim com que toda a gente o compre pois sabe que vai estar mais um ano sem os ver à frente (e é verdade sim senhor, os chocolates são qualquer coisa de divinal).
Ora bem, voltando às nossas edições limitadas Disney, afinal, o que é que a Buena Vista faz que se pareça com o que Rocher faz? Bem, a Buena Vista decide colocar os clássicos Disney disponíveis por tempo limitado, em edições extremamente elaboradas, anunciando que estão disponíveis apenas por tempo limitado, e passados em média dois anos, as edições desaparecem do mercado e não voltam a ser postas à venda, encontrando-se apenas em locais/sites de revenda (e.g. no eBay), a preços proíbitivos, tendo-se tornado por isso mesmo itens de colecção.
Filmes como "Snow White and the Seven Dwarfs", "Lion King" ou o "Aladdin" são bons exemplos disso: já não se encontram à venda em parte nenhuma, e são edições absolutamente indispensáveis para qualquer apreciador de animação.
Sunday, January 06, 2008
Como o tempo passa...
Foi em 1998 que se deu aquela que é considerada pelo BIE, a entidade responsável pela eleição das cidades que acolhem as exposições temáticas, como a melhor exposição mundial temática de todos os tempos.
É verdade, foi à 10 anos atrás que a Expo'98 veio mudar a cara de uma cidade e projectar o nome deste país à beira mar plantado.
Bem me lembro desses tempos em que a minha terna idade não me trazia preocupações algumas, e tudo à minha volta me parecia grande, gigante.
Subordinada ao (a meu ver) fascinante tema dos "Oceanos: Um Património para o Futuro" a última exposição mundial do século XX revolucionou a forma como os portugueses se auto percepcionavam.
Reabilitar toda uma zona considerada morta não foi certamente tarefa fácil, mas o desafio estava assumido: Lisboa iria acolher o evento da mais alta importância que até então se havia realizado em Portugal.
As dimensões do projecto eram enormes: construir um novo espaço na cidade de Lisboa, um espaço jovem, verde e bonito, apoiado por inúmeras infra-estruturas, não só de saneamento básico, mas também de transporte, comunicações, comércio e (posteriormente) habitação.
Depois de alguns percalços, que naturalmente existiram durante a concepção do plano e posterior construção do espaço, a 22 de Maio de 1998 a exposição que maior número de participações recebeu (155, entre países e entidades governamentais, de desporto, entre outras) abriu as portas.
Quem não se lembra das intermináveis filas de espera para entrar no Oceanário ou no Pavilhão da Realidade Virtual?
E do espectáculo a 3D retratando o desovamento das tartarugas, elaborado com a última tecnologia disponível vinda do Japão?
E à meia noite, o espectáculo audiovisual e pirotécnico que se erguia bem no meio da água, dentro de um enorme balão? (Acqua-Matrix)
E os constantes espectáculos de animação de rua com aqueles seres estranhos e (pelo menos para mim, nessa altura) medonhos?
E o Pavilhão da Água, o de Macau, o de Portugal ou o do Futuro?
E a correria dos "putos" (eu incluído) pavilhão dentro - pavilhão fora, só para carimbar o passaporte, nem se preocupando em ver minimamente o espaço em si? (mas também, de que isso me interessava se dois segundos depois não me lembraria do que lá tinha visto...o que queria era mesmo o carimbo)
E o simpático mascote, o Gil?
E o ar de contentamento presente na cara de todos os que visitavam aquele espaço e que, já de madrugada, a casa chegavam, completamente exaustos, mas com a sensação de ter tido um dos melhores dias da sua vida?
Ao todo foram 132 dias de festa e 11 milhões de visitantes de todos os cantos do mundo.
Desde então, Lisboa nunca mais seria a mesma.
Infelizmente não há maneira de regressar no tempo e resta-nos apenas relembrar com saudade, os bons velhos tempos de infância.
A música oficial, de nome Pangea, o nome do super-continente pré-histórico de onde derivaram os actuais continentes, misturava sobre guitarras portuguesas e uma base sinfónica de cariz épico muitas e díspares sonoridades reminiscentes dos quatro cantos do mundo, cada vez que a ouço ainda hoje me causa arrepios e uma sensação de melancolia.
Imagens que nunca nenhum português esquecerá, de um tempo em que toda a gente sentiu orgulho no seu país.
É verdade, foi à 10 anos atrás que a Expo'98 veio mudar a cara de uma cidade e projectar o nome deste país à beira mar plantado.
Bem me lembro desses tempos em que a minha terna idade não me trazia preocupações algumas, e tudo à minha volta me parecia grande, gigante.
Subordinada ao (a meu ver) fascinante tema dos "Oceanos: Um Património para o Futuro" a última exposição mundial do século XX revolucionou a forma como os portugueses se auto percepcionavam.
Reabilitar toda uma zona considerada morta não foi certamente tarefa fácil, mas o desafio estava assumido: Lisboa iria acolher o evento da mais alta importância que até então se havia realizado em Portugal.
As dimensões do projecto eram enormes: construir um novo espaço na cidade de Lisboa, um espaço jovem, verde e bonito, apoiado por inúmeras infra-estruturas, não só de saneamento básico, mas também de transporte, comunicações, comércio e (posteriormente) habitação.
Depois de alguns percalços, que naturalmente existiram durante a concepção do plano e posterior construção do espaço, a 22 de Maio de 1998 a exposição que maior número de participações recebeu (155, entre países e entidades governamentais, de desporto, entre outras) abriu as portas.
Quem não se lembra das intermináveis filas de espera para entrar no Oceanário ou no Pavilhão da Realidade Virtual?
E do espectáculo a 3D retratando o desovamento das tartarugas, elaborado com a última tecnologia disponível vinda do Japão?
E à meia noite, o espectáculo audiovisual e pirotécnico que se erguia bem no meio da água, dentro de um enorme balão? (Acqua-Matrix)
E os constantes espectáculos de animação de rua com aqueles seres estranhos e (pelo menos para mim, nessa altura) medonhos?
E o Pavilhão da Água, o de Macau, o de Portugal ou o do Futuro?
E a correria dos "putos" (eu incluído) pavilhão dentro - pavilhão fora, só para carimbar o passaporte, nem se preocupando em ver minimamente o espaço em si? (mas também, de que isso me interessava se dois segundos depois não me lembraria do que lá tinha visto...o que queria era mesmo o carimbo)
E o simpático mascote, o Gil?
E o ar de contentamento presente na cara de todos os que visitavam aquele espaço e que, já de madrugada, a casa chegavam, completamente exaustos, mas com a sensação de ter tido um dos melhores dias da sua vida?
Ao todo foram 132 dias de festa e 11 milhões de visitantes de todos os cantos do mundo.
Desde então, Lisboa nunca mais seria a mesma.
Infelizmente não há maneira de regressar no tempo e resta-nos apenas relembrar com saudade, os bons velhos tempos de infância.
A música oficial, de nome Pangea, o nome do super-continente pré-histórico de onde derivaram os actuais continentes, misturava sobre guitarras portuguesas e uma base sinfónica de cariz épico muitas e díspares sonoridades reminiscentes dos quatro cantos do mundo, cada vez que a ouço ainda hoje me causa arrepios e uma sensação de melancolia.
Imagens que nunca nenhum português esquecerá, de um tempo em que toda a gente sentiu orgulho no seu país.
Thursday, January 03, 2008
A Disney no seu melhor (Parte II)
"You've Got a Friend In Me" - Toy Story (versão portuguesa, a meu ver, e talvez por me ser mais familiar, melhor que a original em inglês)
"Sou teu amigo sim
Sou teu amigo sim
Quando a vida corre mal
E tu ficas só e sentimental
Se só alguém que gosta é leal
Tu tens um amigo aqui!
Eu sou teu amigo sim
Sou teu amigo sim
Sou teu amigo sim
Tens sarilhos?
Quem não tem?
Mas não há nada que eu não faça só por ti
Ficamos juntos até ao fim
Tu tens um amigo aqui
Sou teu amigo sim
Não sou mais forte nem sou
Mais inteligente que tu
Quando estou aqui (não sei)
Mais ninguém é mais amigo
Que eu e tu,só nós os dois,pá!
O tempo vai passar
E sem nos modificar
A amizade não vai ter fim
Sou teu amigo sim
Sou teu amigo sim
Sou teu amigo sim!"
Estreado a 19 de Novembro de 1995 nos EUA (a Portugal chegou apenas a 29 de Março de 1996), devido às tecnicas inovadoras de animação utilizadas, rapidamente se tornou num dos maiores blockbusters de animação e que viria a transformar para sempre o cinema de animação tradicional. O primeiro filme da Disney/Pixar depressa se tornou um clássico do cinema moderno.
Ainda me lembro do dia em que fui ver o filme ao cinema, na sua versão dobrada em português, e de estarem afixados enormes cartazes alusivos ao filme, nas antigas salas Lusomundo das Amoreiras. O filme, precedido pela tradicional curta metragem de apresentação da Pixar, lembro-me de me ter deixado absolutamente maravilhado!
Em memória dos tempos de infância, e por agora poder olhar para a história de uma perspectiva mais adulta, vejo e revejo o filme com enorme prazer!
Agora está disponível uma completa edição de dois dicos, com muito boa imagem e som (THX mastered), e inúmeros conteúdos adicionais bastante interessantes e que abordam tudo desde a concepção do filme até ao merchandising disponível para venda.
Muito bom mesmo!
R1, R2 (Portugal não incluído) e R4 (apenas Austrália)
Saturday, December 29, 2007
Grindhouse
A exibição como dois filmes separados poder-lhes-á retirar alguma da sua magia, no entanto, sessões Grindhouse são sempre Grindhouse - sexo e violência gratuitos, em dois filmes espectaculares, de cortar a respiração!
Há melhor que Tarantino e o seu inconfundível e irreverente estilo junto com Rodriguez, o realizador de Sin City? A resposta é: dificilmente.
Exibido no seu formato correcto, nos EUA esta foi chamada de sessão Grindhouse com os dois filmes a serem exibidos em contínuo, com alguns trailers falsos a separá-los, conceito que infelizmente não foi mantido no resto do Mundo, com os valores económicos a falarem mais alto e as editoras a acharem por bem retirar algum do prazer inicial desta obra, tal como o seus realizadores a pensaram.
De notar o cuidado tido na transposição do conceito para os filmes, no que respeita a cortes na imagem e som, tudo porque Grindhouse é isso mesmo - salas de cinema baratas e descuidadas, situadas em zonas menos famosas das cidades norte-americanas, e frequentadas por alguns indivíduos de aspecto duvidoso.
Disponível, para já, está "Death Proof" e a 31 de Janeiro chega-nos "Planet Terror".
M/16
Imagem - 1.85:1
Som - DTS
Thursday, December 27, 2007
The Descent
Da autoria de Neil Marshall aparece-nos esta obra que é uma luz de esperança num género cinematográfico em decadência. A história fala-nos de um grupo de 6 amigas que decide entrar numas grutas inexploradas, à procura de aventura. No entanto, o impensável acontece e um desabamento de terras encurrala-as a quase 3km de profundidade. O pânico começa a instalar-se no ceio do grupo e as velhas feridas entre as amigas provocam uma atmosfera de desconfiança que se torna cada vez mais perigosa. Mas o pior ainda está por acontecer. Há qualquer coisa estranha debaixo da terra que se esconde da luz.
À medida que as jovens se apercebem que são presas, elas libertam os seus instintos mais primários numa luta sem tréguas pela sobrevivência e contra um horror inexplicável que ataca repentinamente e sem qualquer aviso. Só resta saber se alguém terá recursos para regressar à superfície...
Um filme de puro terror com um ambiente intensamente claustrofóbico que chega mesmo a ser desconfortável!
A todos aqueles que procurem um filme muito bem realizado, com boas interpretações, um trabalho cuidado ao nível da fotografia e principalmente sensações fortes e de desconforto, este é um filme obrigatório.
M/16 anos
Imagem - 2.35:1
Som - DTS (full bitrate)
Friday, December 21, 2007
A Disney no seu melhor
"The Bare Necessities" - The Jungle Book
Disponível em DVD, numa edição com imagem restaurada e som remasterizado (THX mastered)
Monday, December 10, 2007
Sunday, December 02, 2007
Sunday, November 18, 2007
The worst foe lies within the self
Esta é a maior das verdades; atrofia-nos o esquema todo, é lixado, mas é mesmo assim...
Solução?
Desconheço...
Solução?
Desconheço...
Friday, November 09, 2007
Zzyzx Rd.
I don't know how else to put this.
It's taken me so long to do this.
I'm falling asleep and I can't see straight.
My muscles feel like a melee,
My body's curled in a U-shape.
I put on my best, but I'm still afraid.
Propped up by lies and promises.
Saving my place as life forgets.
Maybe it's time I saw the world.
I'm only here for a while.
Patience is not my style,
And I'm so tired that I got to go.
Where am I supposed to hide now?
What am I supposed to do?
Did you really think I wouldn't see this through?
Tell me I should stick around for you.
Tell me I can have it all.
I'm still too tired to care and I got to go.
I get to go home in one week.
But I'm leaving home in three weeks.
They throw me a bone just to pick me dry.
I'm following suit and directions.
I crawl up inside for protection.
I'm told what to do and I dont know why.
I'm over existing in limbo
I'm over the myths and placebos
I dont really mind if I just fade away
I'm ready to live with my family.
I'm ready to die in obscurity
Cause I'm so tired that I got to go.
Where am I supposed to hide now?
What am I supposed to do?
You still don't think I'm gonna see this through?
Tell me I'm a part of history.
Tell me I can have it all.
I'm still too tired to care and I got to go.
I'm still too tired to care and I got to go. (6x)
Stone Sour - Come What(ever) May; Agosto 2006
It's taken me so long to do this.
I'm falling asleep and I can't see straight.
My muscles feel like a melee,
My body's curled in a U-shape.
I put on my best, but I'm still afraid.
Propped up by lies and promises.
Saving my place as life forgets.
Maybe it's time I saw the world.
I'm only here for a while.
Patience is not my style,
And I'm so tired that I got to go.
Where am I supposed to hide now?
What am I supposed to do?
Did you really think I wouldn't see this through?
Tell me I should stick around for you.
Tell me I can have it all.
I'm still too tired to care and I got to go.
I get to go home in one week.
But I'm leaving home in three weeks.
They throw me a bone just to pick me dry.
I'm following suit and directions.
I crawl up inside for protection.
I'm told what to do and I dont know why.
I'm over existing in limbo
I'm over the myths and placebos
I dont really mind if I just fade away
I'm ready to live with my family.
I'm ready to die in obscurity
Cause I'm so tired that I got to go.
Where am I supposed to hide now?
What am I supposed to do?
You still don't think I'm gonna see this through?
Tell me I'm a part of history.
Tell me I can have it all.
I'm still too tired to care and I got to go.
I'm still too tired to care and I got to go. (6x)
Stone Sour - Come What(ever) May; Agosto 2006
Saturday, November 03, 2007
Águas de Março
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
É peroba no campo, é o nó da madeira
Caingá candeia, é o matita-pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto um desgosto, é um pouco sozinho
É um estepe, é um prego, é uma conta, é um conto
É um pingo pingando, é uma conta, é um ponto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manha, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
É peroba no campo, é o nó da madeira
Caingá candeia, é o matita-pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto um desgosto, é um pouco sozinho
É um estepe, é um prego, é uma conta, é um conto
É um pingo pingando, é uma conta, é um ponto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manha, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
Thursday, October 18, 2007
Tudo na mesma

Cada vez que te vejo, cada vez que os nossos olhares se cruzam, vejo em ti uma enorme tristeza, e mesmo sem que eu o queira, sinto essa mesma tristeza a invadir-me a alma. Até pode ser imaginação minha, mas o carinho que sinto por ti não me deixa mentir - sinto que nunca me vais perdoar.
Porque não podemos tentar começar tudo de novo?
Ainda é por causa de ti?
Saturday, October 13, 2007
Mudanças
Eu fui bue egoista, nao te respeitei a ti nem a tua decisão, só pensei em mim e na minha vontade. Naturalmente que assim não me podes ter em grande consideração, e por isso mesmo é que te juro pela minha vida que, já que não posso controlar o meu coração, vou mudar as minhas atitudes e comportamento em relação a ti.
Alias, se não cumprir a minha palavra eu próprio te peço que me mandes dar uma volta...de vez!
Wednesday, October 03, 2007
Amar
Friday, September 14, 2007
Friday, August 31, 2007
The Italian man who went to Malta
Também se poderia aplicar aos nossos amigos espanhóis ou até aos brasileiros
Friday, August 10, 2007
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