Este é mais um diário que faz parte das minhas habituais deambulações por aquele que considero ser o fascinante mundo das viagens!
Conhecer novos locais é sempre uma experiência enriquecedora em todos os sentidos, pois não só temos a perspectiva de vida dos povos visitados, como podemos também partilhá-la com os outros, de modo a que estes se sintam, connosco, mais instruídos.
Nesta viagem visitei um local que até pode nem ser particularmente distante, mas que não é isso que o impede de ser um local único, e no qual me senti particularmente bem, encaixado.
Falo-vos de uma cidade multicultural e vibrante, com uma vibe muito própria que tentarei descrever nos próximos posts.
Em Agosto de 2008 viajei até Barcelona, e é dela que vos falarei.
Sei que já começa a ser habitual em mim dizer e repetir algumas frases chave, e desde já peço desculpa por o fazer, mas nada se adequa melhor ao espírito deste diário que tenho vindo a redigir nos últimos 9 meses, e que tenho tentado transmitir aos que o lêem frequentemente, com a minha escrita modesta.
Convido-vos, assim, a embarcarem comigo nesta viagem, e espero que gostem dela tanto quanto eu gostarei de a descrever.
Dou por iniciado o Diário de uma viagem III - Barcelona 2008
Friday, December 26, 2008
Thursday, December 18, 2008
18 de Agosto de 2007
Apesar de ser o último dia de viagem ainda teríamos, antes de regressar a Portugal, que fazer a viagem de autocarro até ao aeroporto, em Munique, o que significava atravessar mais uma fronteira, ir para mais um país diferente.
De Salzburgo até Munique eram cerca de 200 quilómetros de distância e que se percorreram em cerca de hora e meia o que nos permitia ficar com 2 ou 3 horas para passear em Munique e assim o fiz.
Em todas as viagens que faço trago sempre uma t-shirt de recordação de um dos locais onde tenha estado, sendo que tenho especial preferência pelas t-shirts do Hard Rock, e desta vez não foi excepção. Assim, quando me vi no centro da cidade, dirigi-me imediatamente ao hotel mais próximo e perguntei onde ficava o Hard Rock; lá me explicaram e a muito custo encontrei o dito, tendo-me perdido, no entanto, várias vezes até lá chegar.
Teríamos de fazer o check-in por volta das 13:00 e o aeroporto ficava a uns 20 minutos do centro da cidade, e pelo caminho pudemos ver o Allianz Arena de Munique, um estádio de futebol com a forma de um pneu de formula um, muito bonito por sinal!
O voo estava 1 hora atrasado pelo que tive tempo de fazer uma das coisas que me dá mais prazer: "plane spotting" e um aeroporto como este, visitado por inúmeras companhias dos mais diferentes cantos do mundo, era um muito bom local!
O A319 da TAP que nos levaria a Lisboa já se encontrava pronto a receber os passageiros e rapidamente se procedeu ao embarque das mais de 100 pessoas que iriam viajar.
3 horas de viagem separam Munique de Lisboa e a viagem leva-nos a atravessar toda a França e Espanha, dois dos países com maior dimensão na Europa!

Centro de Munique - Rathaus

Sobrevoando a Alemanha

Sobrevoando Espanha (perto de Madrid)
Chegava ao fim mais uma viagem. Haviam sido cerca de 1500 o número de quilómetros percorridos, por 5 países diferentes, 5 realidades diferentes.
Dou aqui por acabado mais um diário de viagem.
O Diário de uma Viagem 2007 - Europa. Depois desta viagem aproveitaria o resto do Verão a descansar num pequeno paraíso perdido no Oceano Atlântico - por este ano era tudo.
Para o próximo ano haveria mais.
De Salzburgo até Munique eram cerca de 200 quilómetros de distância e que se percorreram em cerca de hora e meia o que nos permitia ficar com 2 ou 3 horas para passear em Munique e assim o fiz.
Em todas as viagens que faço trago sempre uma t-shirt de recordação de um dos locais onde tenha estado, sendo que tenho especial preferência pelas t-shirts do Hard Rock, e desta vez não foi excepção. Assim, quando me vi no centro da cidade, dirigi-me imediatamente ao hotel mais próximo e perguntei onde ficava o Hard Rock; lá me explicaram e a muito custo encontrei o dito, tendo-me perdido, no entanto, várias vezes até lá chegar.
Teríamos de fazer o check-in por volta das 13:00 e o aeroporto ficava a uns 20 minutos do centro da cidade, e pelo caminho pudemos ver o Allianz Arena de Munique, um estádio de futebol com a forma de um pneu de formula um, muito bonito por sinal!
O voo estava 1 hora atrasado pelo que tive tempo de fazer uma das coisas que me dá mais prazer: "plane spotting" e um aeroporto como este, visitado por inúmeras companhias dos mais diferentes cantos do mundo, era um muito bom local!
O A319 da TAP que nos levaria a Lisboa já se encontrava pronto a receber os passageiros e rapidamente se procedeu ao embarque das mais de 100 pessoas que iriam viajar.
3 horas de viagem separam Munique de Lisboa e a viagem leva-nos a atravessar toda a França e Espanha, dois dos países com maior dimensão na Europa!
Centro de Munique - Rathaus
Sobrevoando a Alemanha
Sobrevoando Espanha (perto de Madrid)
Chegava ao fim mais uma viagem. Haviam sido cerca de 1500 o número de quilómetros percorridos, por 5 países diferentes, 5 realidades diferentes.
Dou aqui por acabado mais um diário de viagem.
O Diário de uma Viagem 2007 - Europa. Depois desta viagem aproveitaria o resto do Verão a descansar num pequeno paraíso perdido no Oceano Atlântico - por este ano era tudo.
Para o próximo ano haveria mais.
Saturday, December 13, 2008
17 de Agosto de 2007
Abandonámos a cidade de Ljubljana pela manhã e dirigimo-nos para norte em direcção a Bled, uma zona onde mesmo no sopé dos Alpes onde existe um bonito lago rodeado pelas montanhas, e onde no meio do lago, numa ilha, foi erguida uma peculiar igreja.
A palete de cores aqui era absolutamente fenomenal!



Após um passeio de barco a remos por este bonito lago, continuamos a nossa jornada
em direcção ao destino final desse dia - haveria ainda uma longa viagem pela frente (cerca de 300km até Salzburgo). Parámos, assim, para almoçar, numa vila que associei imediatamente às paisagens alpinas e às estâncias de sky - nem a neve faltava, pois, nos cumes das montanhas, e apesar de ser o pico do Verão, viam-se farrapos das chamadas neves perpétuas!

A viagem que se seguiu levou-nos a atravessar os Alpes de sul para norte - Salzburgo situa-se exactamente do lado contrário, na encosta norte desta imponente cadeia montanhosa. Até aqui tínhamos apanhado sempre bom tempo, com muito sol e poucas nuvens e algum calor, mas ao atravessar esta gigantesca cadeia montanhosa tudo se alterou: a meio do caminho ficámos presos na auto-estrada durante 2 horas, parados, devido à chuva, nevoeiro e trovoada intensa que se fez sentir, de um momento para o outro! Tal temporal apanhou-nos desprevenidos pois praticamente ninguém se lembrara de levar roupas adequadas a semelhante tempo - menos eu, que vesti logo logo a minha camisola para nem sequer me chegar a constipar, pois apesar de não termos saído do autocarro, toda a gente notou uma acentuada descida na temperatura!
Horas depois chegámos a Salzburgo, mas já o sol se punha, ainda assim, deu para dar uma pequena volta na cidade e ficar com uma ideia mais geral da mesma.
Salzburgo era a cidade original de Mozart pelo que havia inúmeras lojas de música, vendendo os mais variados souvenires, desde miniaturas de instrumentos de música em ouro a cd's e vinis de vários compositores de música clássica! Passeando pelas ruas quase que se ouvia a música de Mozart no ar!


O castelo da cidade, iluminado pelo sol, já muito baixo!
Esta seria a ultima noite em viagem pelo que se aproveitou para se passear pela cidade que era muito bonita - jantámos no hotel mas de seguida, grande parte da excursão foi tomar café ao centro da cidade - foi um passeio alegre e descontraído, onde toda a gente ria e confraternizava - é sempre bonito ver um ambiente destes, muito embora saibamos à partida que nunca mais iremos ver grande parte das pessoas presentes.
A palete de cores aqui era absolutamente fenomenal!
Após um passeio de barco a remos por este bonito lago, continuamos a nossa jornada
em direcção ao destino final desse dia - haveria ainda uma longa viagem pela frente (cerca de 300km até Salzburgo). Parámos, assim, para almoçar, numa vila que associei imediatamente às paisagens alpinas e às estâncias de sky - nem a neve faltava, pois, nos cumes das montanhas, e apesar de ser o pico do Verão, viam-se farrapos das chamadas neves perpétuas!
A viagem que se seguiu levou-nos a atravessar os Alpes de sul para norte - Salzburgo situa-se exactamente do lado contrário, na encosta norte desta imponente cadeia montanhosa. Até aqui tínhamos apanhado sempre bom tempo, com muito sol e poucas nuvens e algum calor, mas ao atravessar esta gigantesca cadeia montanhosa tudo se alterou: a meio do caminho ficámos presos na auto-estrada durante 2 horas, parados, devido à chuva, nevoeiro e trovoada intensa que se fez sentir, de um momento para o outro! Tal temporal apanhou-nos desprevenidos pois praticamente ninguém se lembrara de levar roupas adequadas a semelhante tempo - menos eu, que vesti logo logo a minha camisola para nem sequer me chegar a constipar, pois apesar de não termos saído do autocarro, toda a gente notou uma acentuada descida na temperatura!
Horas depois chegámos a Salzburgo, mas já o sol se punha, ainda assim, deu para dar uma pequena volta na cidade e ficar com uma ideia mais geral da mesma.
Salzburgo era a cidade original de Mozart pelo que havia inúmeras lojas de música, vendendo os mais variados souvenires, desde miniaturas de instrumentos de música em ouro a cd's e vinis de vários compositores de música clássica! Passeando pelas ruas quase que se ouvia a música de Mozart no ar!
O castelo da cidade, iluminado pelo sol, já muito baixo!
Esta seria a ultima noite em viagem pelo que se aproveitou para se passear pela cidade que era muito bonita - jantámos no hotel mas de seguida, grande parte da excursão foi tomar café ao centro da cidade - foi um passeio alegre e descontraído, onde toda a gente ria e confraternizava - é sempre bonito ver um ambiente destes, muito embora saibamos à partida que nunca mais iremos ver grande parte das pessoas presentes.
16 de Agosto de 2007
No dia anterior, desde o momento em que chegámos à Eslovénia logo nos apercebemos do que nos esperaria. Este é um país muito pequeno mas de gentes muito bem educadas: as ruas estão todas impecavelmente limpas e arrumadas, as pessoas são muito simpáticas e é tudo muito barato! Ainda por cima o próprio país, estando localizado no sopé dos Alpes, é todo verde, muito verde, com paisagens que em tudo fazem lembrar os filmes passados nos campos ingleses todos tratadinhos e arrumadinhos.
Fizemos uma visita panorâmica à cidade para que pudéssemos ficar com uma ideia geral da mesma, para depois, no tempo livre que teríamos, a podermos explorar melhor à nossa maneira.
Ljubljana é uma cidade muito pequena, atravessada por vários canais, tal e qual Veneza em Itália ou Bruges na Bélgica, com um castelo colocado no cimo de um monte de onde se tinha uma fabulosa vista sobre a cidade e arredores! Apesar de junto dos locais de confronto e tensão da guerra que assolou a área à poucos anos, a Eslovénia sempre foi poupada às desgraças da guerra e então o cenário com que nos deparamos é simplesmente magnifico!



Vista do castelo da cidade; ao fundo, vêem-se os Alpes, para onde nos dirigiríamos no dia seguinte

De tarde visitámos Postojna, que se creio que não me engano, são das maiores grutas subterrâneas que se podem visitar, com vários quilómetros de comprimento! Para terem uma noção, chegávamos lá à entrada da gruta e havia um comboio à espera dos visitantes e que nos levava numa viagem de 40 minutos para baixo de terra. Lá chegados tínhamos que vestir imediatamente os agasalhos que providenciavam à entrada pois a temperatura era constante ao longo do ano, a apenas 9C (de notar que na rua estava um sol de 30C).
Lá nas profundezas fazíamos uma caminhada de 90 minutos onde se poderia apreciar inúmeras estalagmites e estalagmites gigantescas, bem como espécies animais estranhíssimas: um animal com uma pele igual à pele humana (cor, textura e outras características, mas com a forma de uma cobra de água!)





Postojna - imediações das grutas...
A segunda e última noite na cidade foi passada com alguma nostalgia, sentimento esse compartilhado por grande parte das pessoas que iam na excursão. Fomos todos dar uma volta, depois de jantar, onde bebemos um café numa das bonitas esplanadas da cidade, onde ficámos, os mais novos, à conversa, pela noite dentro...

No dia seguinte, de manhã, partiríamos para uma zona no norte do país, onde atravessaríamos os Alpes em direcção a Salzburgo, novamente na Áustria.
Fizemos uma visita panorâmica à cidade para que pudéssemos ficar com uma ideia geral da mesma, para depois, no tempo livre que teríamos, a podermos explorar melhor à nossa maneira.
Ljubljana é uma cidade muito pequena, atravessada por vários canais, tal e qual Veneza em Itália ou Bruges na Bélgica, com um castelo colocado no cimo de um monte de onde se tinha uma fabulosa vista sobre a cidade e arredores! Apesar de junto dos locais de confronto e tensão da guerra que assolou a área à poucos anos, a Eslovénia sempre foi poupada às desgraças da guerra e então o cenário com que nos deparamos é simplesmente magnifico!
Vista do castelo da cidade; ao fundo, vêem-se os Alpes, para onde nos dirigiríamos no dia seguinte
De tarde visitámos Postojna, que se creio que não me engano, são das maiores grutas subterrâneas que se podem visitar, com vários quilómetros de comprimento! Para terem uma noção, chegávamos lá à entrada da gruta e havia um comboio à espera dos visitantes e que nos levava numa viagem de 40 minutos para baixo de terra. Lá chegados tínhamos que vestir imediatamente os agasalhos que providenciavam à entrada pois a temperatura era constante ao longo do ano, a apenas 9C (de notar que na rua estava um sol de 30C).
Lá nas profundezas fazíamos uma caminhada de 90 minutos onde se poderia apreciar inúmeras estalagmites e estalagmites gigantescas, bem como espécies animais estranhíssimas: um animal com uma pele igual à pele humana (cor, textura e outras características, mas com a forma de uma cobra de água!)
Postojna - imediações das grutas...
A segunda e última noite na cidade foi passada com alguma nostalgia, sentimento esse compartilhado por grande parte das pessoas que iam na excursão. Fomos todos dar uma volta, depois de jantar, onde bebemos um café numa das bonitas esplanadas da cidade, onde ficámos, os mais novos, à conversa, pela noite dentro...
No dia seguinte, de manhã, partiríamos para uma zona no norte do país, onde atravessaríamos os Alpes em direcção a Salzburgo, novamente na Áustria.
Wednesday, December 10, 2008
15 de Agosto de 2007
Como todos os dias em que se está em excursão, também este começou cedo!
Zagreb é uma cidade que ainda muito recentemente esteve no meio de uma feroz guerra, pelo que existem ainda muitas partes da cidade em que os vestígios da mesma são muito visíveis, sendo exemplo disso os inúmeros graffitis nas paredes que se devem não ao vandalismo (como vemos aqui em Lisboa) mas sim que fazem alusão a gritos e comandos de guerra, apelando à revolução de um povo oprimido.
Por outro lado Zagreb é uma cidade bonita e relativamente organizada, muito calma e tranquila, e com habitantes muito simpáticos e sempre prontos a prestarem auxilio e a tirarem todas as dúvidas que lhes sejam endereçadas.

Cemitério em Zagreb

Principal praça da cidade, onde está situada a embaixada de Portugal, com a nossa bandeira hasteada

Da parte da tarde partimos em direcção a Ljubljana, a nossa próxima paragem!
Zagreb é uma cidade que ainda muito recentemente esteve no meio de uma feroz guerra, pelo que existem ainda muitas partes da cidade em que os vestígios da mesma são muito visíveis, sendo exemplo disso os inúmeros graffitis nas paredes que se devem não ao vandalismo (como vemos aqui em Lisboa) mas sim que fazem alusão a gritos e comandos de guerra, apelando à revolução de um povo oprimido.
Por outro lado Zagreb é uma cidade bonita e relativamente organizada, muito calma e tranquila, e com habitantes muito simpáticos e sempre prontos a prestarem auxilio e a tirarem todas as dúvidas que lhes sejam endereçadas.
Cemitério em Zagreb
Principal praça da cidade, onde está situada a embaixada de Portugal, com a nossa bandeira hasteada
Da parte da tarde partimos em direcção a Ljubljana, a nossa próxima paragem!
Monday, December 01, 2008
14 de Agosto de 2007
Neste dia iríamos prosseguir caminho para sul, em direcção a Zagreb, capital da Croácia. Abandonámos a cidade de Viena de manhã cedo e pudemos apreciar a paisagem matinal dos verdes campos austríacos. A palete de cores não era muito variada, pouco fugia dos castanhos e dos verdes, mas dentro destas duas cores via-se uma miríade de tons diferentes de tal forma que nem o nosso Minho se lhe equipara!
A caminho do nosso destino passaríamos por uma bonita cidade de nome Graz. Esta tinha sido a primeira localidade onde Hitler se estabeleceu na Áustria, tendo sido aí que começara a conversão dos austríacos ao regime nazi. Por ter imediatamente prestado auxilio a Hitler foi uma cidade que escapou dos bombardeamentos nazis, preservando ainda hoje toda a sua peculiaridade. Devo dizer que, apesar das circunstâncias, é das cidades mais bonitas que tive o prazer de conhecer na Áustria!

Parece que foram construídas ao acaso...cada casinha de seu tamanho!
Grande parte do dia foi em viagem. Afinal, ainda eram cerca de 700km que separavam Viena de Zagreb, e para lá chegar era preciso atravessar também a Eslovénia. Conclusão: chegámos a Zagreb já ao cair da noite. Felizmente o hotel ficava muito perto do centro da cidade, e também junto de uma estação de comboios onde estava exposta uma bonita peça de museu!

Verdadeira relíquia!
A caminho do nosso destino passaríamos por uma bonita cidade de nome Graz. Esta tinha sido a primeira localidade onde Hitler se estabeleceu na Áustria, tendo sido aí que começara a conversão dos austríacos ao regime nazi. Por ter imediatamente prestado auxilio a Hitler foi uma cidade que escapou dos bombardeamentos nazis, preservando ainda hoje toda a sua peculiaridade. Devo dizer que, apesar das circunstâncias, é das cidades mais bonitas que tive o prazer de conhecer na Áustria!
Parece que foram construídas ao acaso...cada casinha de seu tamanho!
Grande parte do dia foi em viagem. Afinal, ainda eram cerca de 700km que separavam Viena de Zagreb, e para lá chegar era preciso atravessar também a Eslovénia. Conclusão: chegámos a Zagreb já ao cair da noite. Felizmente o hotel ficava muito perto do centro da cidade, e também junto de uma estação de comboios onde estava exposta uma bonita peça de museu!
Verdadeira relíquia!
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